A BIBLIOTECA é um espaço dedicado à crítica literária, Cultura e Arte. De forma simples e despretensiosa,  apresentam-se opiniões construtivas sobre obras literárias e partilham-se também textos de ficção, crónica e poesia.

 Pretende-se que A Biblioteca seja uma comunidade artística, onde escritores, poetas, artistas plásticos, músicos, pessoas que gostem de arte, possam partilhar as suas ideias. 

 As temáticas são variadas, não só de autores clássicos, contemporâneos, como também de jovens autores em início de carreira.

 Francisco Sousa Faria da Silva 


De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos. 

Fernando Pessoa

Destaques

 

Cobra Kai é a continuação da famosa saga de O Momento da Verdade. Estreou no dia 3 de maio, em formato série. Como fã incondicional desta história, senti-me na obrigação de deixar a minha crítica a esta fabulosa produção televisiva.
Aqui fica tal como escrevi no IMDB.

Madrugada

26-04-2018

A liberdade é um bem precioso pelo qual temos de lutar todos os dias. Passados 44 anos da Revolução dos Cravos, é bom que nunca nos esqueçamos deste bem precioso. Recordo Madrugada, a canção que Duarte Mendes levou à Eurovisão no ano de 1975.

Enquanto nos primórdios do cinema a literatura dominava temas e referências, nos dias de hoje a tendência é revisitar filmes do passado como processo criativo e concetual. Acrescento também de uma forma não oficial que há uma certa procura por nostalgia. O livro como fonte de criação e apropriação ainda tem peso significativo mas já começa a perder...

Crítica Literária

(últimas análises)

 Esta coletânea de histórias ilustra de forma perfeita os meandros da sociedade americana da década de 50, pré e durante o American Dream.

 O que liga estas narrativas é precisamente a alienação das personagens, tão reais que o leitor consegue sentir vincadamente a sua solidão, as dores da alma e as frustrações.  (continuar a ler)

 O Corsário Negro é considerado a obra-prima do escritor italiano Emílio Salgari. A esta obra podemos também anexar a sua conclusão, A Rainha das Caraíbas

 A escrita é muito simples e direta, longe das longas descrições e parêntesis de Alexandre Dumas ou de Walter Scott, dois mestres no romance de aventuras. (continuar a ler)